quinta-feira, 8 de abril de 2021

CURSO DE INGLÊS INSTRUMENTAL - PROFESSOR SILVIO RODRIGUES - A PROFICIÊNCIA EM SUAS MÃOS






Quero te apresentar, agora, meu curso de inglês instrumental, visando te ajudar na tomada da decisão para iniciar seus estudos e trilhar um caminho campeão, rumo ao mestrado/doutorado.

 

Estudo inglês desde 1990.

 

Ensino inglês desde 2002.

 

São 32.020 horas de ensino deste importante idioma.

 

A metodologia do curso é de criação própria. Estudar com quem criou o método é a certeza da perfeita empregabilidade do que se estuda.  

 

Com este método, preparei 564 pessoas para as provas de proficiência da língua inglesa para submissões ao mestrado/doutorado, nas mais diversas instituições brasileiras e, dessas 564 pessoas, 520 foram aprovadas.

 

Já fiz 511 traduções, entre abstracts para publicações nacionais e artigos completos, para publicações internacionais e nenhuma voltou para correção.

 

Estou oferecendo um curso (EAD) aos sábados, das 8 – 10 horas.

 

O valor da mensalidade é 100,00 (preço baixo por causa da pandemia).

 

O aluno deverá adquirir o e-book de inglês instrumental (que acompanha o curso ), também de produção própria, no valor de 50,00, quando inicia o curso.

 

Não há taxa de matrícula. O seu primeiro pagamento já representa a sua primeira mensalidade.

 

O aluno pode ficar conosco durante o tempo que desejar. A sugestão de permanência mínima, para um aprendizado consistente, é de 3 meses.

 

Sempre que um estudante dedicado conclui a sua graduação, a grande pergunta é: continuar os estudos ou o que fiz já está bom.

 

Como estamos falando de um estudante dedicado, a resposta provável é: continuar os estudos.

 

Algumas pessoas acalentam um sonho de seguir na carreira acadêmica.

 

Outras pessoas decidem que seguirão em frente em uma carreira acadêmica.

 

A diferença entre as duas é que se as primeiras não fizerem nada para seguirem firmes na carreira acadêmica, certamente, ficarão acalentando seu sonho de posições que, se elas não ocuparem, as outras farão isto no lugar delas.

 

O caminho é o mestrado e o doutorado.

 

Para alguns, o mestrado e o doutorado representam somente uma continuidade do que outros membros da família, provavelmente, já tenham feito. Para outros, o mestrado/doutorado representa um divisor de águas para uma vida melhor, visando o bem-estar de seus familiares, por todas as gerações, a partir deles.

 

O MEC orienta que parte integrante de uma seleção de mestrado/doutorado seja a prova de proficiência em algum idioma e, por razões óbvias, normalmente, esta prova é de inglês.

 





Se o estudante não tem proficiência na língua, o caminho é um bom curso de inglês instrumental.

 

Os salários e aposentadorias, as oportunidades e o status de quem tem mestrado/doutorado são maiores. Portanto, este curso não se configura uma despesa, mas, um investimento.

 

O conhecimento que o aluno vai adquirir em um bom curso de inglês instrumental, que é, domínio do vocabulário, das regras gramaticais e do formato do idioma, dentro do espaço acadêmico deve ser considerado não como um estudo de algo para passar em uma prova, mas, sim, um conhecimento que ele levará para a vida toda.

 

Com esta visão, não protele o início de seus estudos.

 

Uma das coisas que quero ressaltar aqui, neste momento, é que quando a emergência chegar, o tempo de preparação já terá passado.

 

Outra coisa é que você deve estudar com quem sabe o que faz, para não perder seu tempo e seu entusiasmo inicial.


 




Faça já sua matrícula para início imediato.


Caso você não esteja em em condições, por qualquer motivo, de frequentar este curso, neste momento, uma boa iniciativa é você adquirir o e-book que acompanha o curso e já ir se familiarizando com a metodologia. 


O preço é 50,00 (cinquenta reais), mas, o valor é inestimável. Neste endereço, você pode obter o seu.


https://go.hotmart.com/J49532589H

 

Site: www.espbrasilingles.com.br


E-mail: professorsilviorodrigues@gmail.com

 

Telefone: (81) 99393-3078 (whatsapp)

 

Grande abraço.

 

Professor Silvio Rodrigues


sexta-feira, 19 de março de 2021

TRADUÇÕES - INGLÊS/PORTUGUÊS E PORTUGUÊS/INGLÊS

 


 



 Somos brasileiros e nossa língua nativa é o português. É um idioma complicado de se aprender corretamente; talvez pelo seu emaranhado gramatical. Tem muitas pontas e muitas nuances para se considerar e, quando achamos que sabemos um pouco de alguma parte dele, vem a frase: “toda regra tem a sua exceção”. Daí fica difícil.

O idioma inglês tem, na minha opinião, uma gramática mais simples. Mas, por ele ser voltado mais para a pronúncia das palavras e a velocidade da comunicação, tem um andamento muito livre.

Veja que problema você tem pela frente quando tem que fazer uma tradução de um idioma para o outro. Porque, além das coisas citadas acima, devemos considerar, também, a cultura envolvida na comunicação.

Assim, o problema está traçado: gramática, vocabulário, cultura.

Existe a tradução livre, mais informal. Há, também, a tradução técnica; seja para o mundo acadêmico ou profissional. Enfim, muitos pontos a considerar.

Por esses motivos apresentados, na hora de fazer uma tradução de uma para outro idioma, é mais conveniente procurar um tradutor.

Para tanto, no intuito de garantir um trabalho bem executado, algumas coisas devem ser consideradas.

Este artigo tem o propósito de te mostrar uma boa opção para suas traduções não se tornarem um pesadelo, que vai te tirar o sono.

1.     O tradutor precisa ter um bom tempo atuando na área, apresentando resultados satisfatórios, dentro do que você tem como demanda.

2.     Ele precisa ter disponibilidade de tempo para fazer seu trabalho com calma; atentando para a quantidade de revisões necessárias; assegurando, assim, que o trabalho atinja o alvo.

3.     Não menos importante é o orçamento estar dentro do que você previu, de acordo com suas possibilidades financeiras.

Agora, sim, vou te apresentar uma possibilidade de solucionar sua demanda, em termos de tradução.

 


 


 

Sou o professor Silvio Rodrigues. Estudo inglês desde o ano de 1990. Faço traduções desde 2002.

Até hoje, já fiz 506 traduções; desde abstracts para publicações nacionais, até artigos completos para publicações internacionais. 100% de aproveitamento. Nenhuma dessas traduções voltou para ser corrigida.

A tradução é uma de minhas paixões, dentro da prestação de serviços com a língua inglesa. Por isso, dedico muito tempo para a realização deste trabalho.

O valor do trabalho realizado não é mensurado monetariamente. Porém, deve ser considerado. Aqui, é importante notar que as pessoas precisam e querem contratar o serviço de tradução, mas, não estão dispostas a pagar um valor elevado por ele.

Compondo tudo em uma coisa somente, te apresento a minha solução para que você contrate sua tradução com segurança.

 

Em tempos de pandemia, todos devemos ajudar. Portanto, farei as traduções de abstracts pelo valor de 30,00 e de artigos pelo valor de 5 centavos por palavra.

 

Você pode visitar meu site em www.espbrasilingles.com.br e obter mais informações sobre meu trabalho.

 

Se preferir entrar em contato direto comigo:

E-mail: professorsilviorodrigues@gmail.com

Tel: (81) 99393-3078 (whatsapp)

 

Me dê a sua preferência e nunca mais se preocupe com este tipo de demanda. Afinal de contas, você tem muitas outras coisas para realizar em sua vida pessoal e profissional. Eu faço o trabalho de tradução para você.

 

Se você quiser adquirir um e-book de inglês instrumental, de minha autoria, apresentando o meu método inédito na literatura brasileira sobre este assunto, que vai te ajudar a ler com facilidade os textos em inglês; e até mesmo a fazer suas traduções sozinho, em um futuro próximo, pode acessar o link: https://go.hotmart.com/J49532589H.  

 

Forte abraço.

 

Professor Silvio Rodrigues.

domingo, 18 de outubro de 2020

DIFERENÇA ENTRE BETWEEN E AMONG

 

Between e among são duas palavras que têm grafia diferente, na língua inglesa, mas, têm seu significado como “entre”, na língua portuguesa.

 

Eu entendo que elas significam que estão entre coisas.

 

Between significa que algo está no meio de duas coisas.

 

Por exemplo: imagine que você está vendo uma caneta entre duas maçãs, sobre uma mesa.

 

Se alguém que fala português pede para que você descreva a cena que você está vendo ali, você diz: “Tem uma caneta entre duas maçãs”.

 

Se uma pessoa que fala inglês pede para que você descreva a mesma cena, você diz: “there is a pen between two apples”.

 

Naturalmente, quando alguém que fala a língua portuguesa está aprendendo a língua inglesa, a tendência é de fazer uma tradução literal de um idioma para outro. Eu também, é claro, passei por isso.

 

Então, para me lembrar a diferença entre estes dois termos, eu coloquei em minha mente que o fato da palavra “between” ter duas letras “e”, isto significa que uma coisa está entre outras duas coisas.

 

O outro termo é among.

 

Quer dizer que uma coisa está entre outras várias coisas da mesa.

 

Simples assim.

 

Tendo esta diferença em mente, quando for utilizar os dois termos, não se preocupe com a tradução. Vá praticando, mesmo se errar. Com o passar do tempo, elas ficarão fáceis de utilizar, em sua mente, já na língua inglesa.

 

Lembre-se que a lei do aprendizado é a repetição. E, quando persistimos em fazer alguma coisa, com o passar do tempo aquilo vai ficando mais fácil. Não porque a natureza da coisa muda, mas, porque aumenta a nossa capacidade de realização. Isso é uma coisa natural do aprendizado de tudo na vida.

 

Espero que esta diferença tenha ficado claro para você.

 

Se você tem muito interesse na língua inglesa, vai encontrar um bom material em minha loja. Tudo o que está lá é de excelente qualidade educacional.

 

Abraço.

 

Professor Silvio Rodrigues

 

 

Site: www.espbrasilingles.com.br

E-mail: professorsilviorodrigues@gmail.com

Tel.: (81) 99393-3078 (whatsapp)

Loja: http://www.espbrasilingles.com.br/loja.html

terça-feira, 13 de outubro de 2020

BEGIN E START

 

Os termos “begin” e “start“, do idioma inglês, têm sua tradução para o idioma português em “começar, iniciar”.

 

Em português, podemos dizer que vamos começar uma reunião ou que vamos iniciar uma reunião. Dá na mesma. Porém, será que, em inglês é a mesma coisa?

 

Alguns dizem que depende da escolha do freguês; ou seja, depende da pessoa. Pode-se utilizar ambos.


Em português, fazemos da mesma forma.

 

Talvez, o uso do “begin” seja mais formal e do “start”, mais informal.


Outra possibilidade é pensar que devemos utilizar “begin” para coisas que fazemos frequentemente. Exemplo: I begin working at 8 o’clock (eu começo a trabalhar, pontualmente, às 8h).

 

Assim, usa-se o “start” para coisas que não são tão frequentes. Exemplo: The race starts now (a corrida começa agora).


A conclusão é que o uso de um termo ou de outro (begin ou start) não afetará no entendimento da conversação.

 

Sendo assim, é melhor não ligar para isso e observar em que situação uma pessoa nativa da língua inglesa utiliza um ou outro termo.

 

A melhor maneira de fazer isso é lendo (qualquer material, em inglês) e assistindo/ouvindo (qualquer material, em inglês. Minha sugestão, se você tiver tempo, é assistir um filme por dia (com áudio e vídeo em inglês). Isso será a mesma coisa de viver, diariamente, em outro país; pelo menos um pouquinho a cada dia.

 

Quando eu ensinava inglês, em domicílio, eu passava muito tempo me deslocando de um lugar a outro, para essas aulas. Eu colocava o DVD no player do carro. Assim que entrava nele, ligava o DVD com o filme. Antes de desembarcar do veículo, eu pausava o filme. Ao entrar no carro novamente, eu continuava o mesmo filme.

 

Era como se pessoas nativas de língua inglesa estivessem conversando dentro do veículo. Isso me ajudou muito com a audição. Não precisa assistir ao filme, fique prestando atenção na estrada. Seu órgão auditivo vai captar as informações e jogar para dentro do seu cérebro.

 

Voltando ao assunto de “begin” ou “start”; em situações formais, é preferível que se use “begin”. Porém, se usar start, não terá problema.

 

Se você estiver falando sobre máquinas, use “start”, para a ideia de ligar o carro, ligar o liquidificador, máquina de lavar, computador, etc.

 

Alguns exemplos irão te ajudar nisso.

 

·       They will begin the course at 10 o’clock.

·       Each chapter begins with a photo.

·       You began to feel sick during the day.

·       We began by thanking them all for coming.

·       Where does Brazil end and Argentina begin?

·       I started this book two days ago.

·       Start the engines.

·       She started doing exercises during the work.

·       What to do when your computer won’t start.

·       When did you begin learning English?

·       Press the button to start the printer.

·       She started a new shop.

·       I’ve heard they are going to start a new business.

·       Let’s start with some easy exercises.

·       The meeting started at 6:30.

·       I can’t start my car.

·       She has an important meeting that begins at 10 am.

·       I got a job and I begin work on Monday.

·       We plan to begin the project.

 

Espero que este post tenha ajudado.

 

Abraço.

 

Professor Silvio Rodrigues

 

 

Site: www.espbrasilingles.com.br

E-mail: professorsilviorodrigues@gmail.com

Tel.: (81) 99393-3078 (whatsapp)

Loja: http://www.espbrasilingles.com.br/loja.html

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS

 

São expressões próprias de um idioma; de uma cultura específica.

Há expressões dentro de um país, que têm um determinado significado em uma região e em outra região podem significar exatamente o que está sendo dito, sem variação.

Para entendermos as expressões idiomáticas, explicações se fazem necessárias.

Vejamos algumas expressões típicas do Brasil.

Eu sou paulista, de Santo André e cresci no interior do estado. Em 2001, mudei para Recife PE.

É desnecessário dizer que a comunicação das pessoas do nordeste é, até certo ponto, diferente do modo de se comunicar do sudeste.

Para mim, paulista, quando se quer dizer que uma pessoa é muito econômica e “segura” muito seu dinheiro, pode-se utilizar os termos “munheca”, “mão fechada”, “mão de vaca”; dizer que a pessoa “não abre a mão nem para dar tchau”, etc. A mesma ideia, transmitida no Recife, usa a palavra “pirangueiro”.

O termo “alma sebosa”, no Recife, pode ser usado como um adjetivo para caracterizar alguém que leva uma vida de crimes. O diminutivo “alminha” diz-se do filho desta pessoa. Quando eu ouvi este termo, eu imaginei um fantasma cheio de sebo.

Em outras regiões do país, pode-se encontrar termos diferentes, para a mesma ideia.

Uma expressão muito conhecida é “pode tirar o seu cavalinho da chuva”. Isso não significa que o cavalo está na chuva, nem que seja um cavalo pequeno e nem que esteja chovendo. Quer dizer somente que uma determinada coisa  não tem a menor probabilidade de acontecer.

E o que dizer da expressão “vamos que vamos, para ver como é que fica”? Ou “tem que descoisar o que está coisado”. E, “tchutchuca, vem aqui com o seu tigrão”.

A partir daí, nossa mente pode divagar em um número enorme de expressões e, às vezes, ficamos “perdidos” com o significado daquilo. Isto é, entendemos o que se diz, mas, talvez, não consigamos compreender o seu real significado.

Expressões populares não existem só no português. O inglês também está cheio delas e algumas têm suas versões equivalentes para nós brasileiros. 

Aprender as expressões é uma forma de evitar gafes (“dar foras”).

Uma expressão dita da maneira certa, na hora certa, faz o idioma mais dinâmico e interessante. Talvez porque saia do “politicamente correto”.

Em inglês, a frase A piece of cake”, pode ser utilizada para expressar que uma coisa é muito fácil. Literalmente, ao pé da letra (que também é uma expressão para nós, brasileiros; porque a letra não tem pé), em uma tradução bruta, é entendida como “um pedaço de bolo”.

São mais fáceis de serem compreendidas por nativos do idioma em questão. São figuras de linguagem onde um termo ou uma frase assume um significado diferente do que as palavras teriam isoladamente.

Assim, para entender uma expressão idiomática, é necessário tentar entender como aquelas palavras se encaixam no contexto. Eu costumo dizer que tudo o que não é “politicamente correto” no que se aprende e se utiliza em um idioma, é expressão idiomática daquele idioma.

Algumas pessoas já mencionaram que aprenderam o inglês de uma maneira e quando chegaram em um país, cuja língua nativa era o inglês, quase não conseguiam entender a comunicação dos nativos.

Aqui, novamente, vale salientar a máxima de que “a qualidade do seu resultado depende, diretamente, da qualidade da sua preparação”.

Tenho acompanhado um grande número de alunos, em seus estudos da língua inglesa. Percebo que (talvez todos) fazem uma tradução literal das frases ditas em português, para o inglês. Isto é importante, porque o português te dá a segurança que você precisa. Seus pés estão fincados no chão. Você se sente seguro. Daí, você coloca um pé no “barco” do idioma inglês e deve manter o outro pé na doca. Com o passar do tempo, você vai ganhando confiança e vai, lentamente, colocando os dois pés no barco do inglês. Daí, o “céu é o limite”.

O que torna o idioma muito mais interessante e vivo é que essas expressões podem ser compostas por gírias, provérbios, ideias provenientes de fatos culturais e/ou populares, preposições, phrasal verbs, etc. Tudo mesclado com o politicamente correto.

Permita-me concluir, mostrando uma expressão idiomática em português, que pode ser, até mesmo, um provérbio:

Mais vale um pássaro na mão do que dois voando”.

Se você quer transmitir a mesma ideia, em inglês, pode dizer:

A bird in the hand is worth two in the bush”.

São muito semelhantes, mas, perceba que os pássaros, em português, estão voando; e os pássaros, em inglês, estão no arbusto. Talvez, aí, haja uma diferença cultural, a ser analisada.

Por te fazer pensar e tirar suas conclusões, eu comparo isso tudo à arte. Ou seja, a arte da comunicação.

Para te auxiliar nos seus estudos das expressões idiomáticas da língua inglesa, eu fiz uma seleção de mais de 3.000 expressões. Está em um e-book e você pode ter acesso a ele no link https://www.hotmart.com/product/expressoes-idiomaticas-da-lingua-inglesa/M22458080M.

Desejo sucesso em sua empreitada no aprendizado deste importante idioma.

Abraço.

Professor Silvio Rodrigues.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

MINHA HISTÓRIA COM O IDIOMA INGLÊS.






Eu sou o professor Silvio Rodrigues. Tenho 53 anos de idade e trabalho, exclusivamente com o ensino do idioma inglês, desde 28 de fevereiro de 2002 (há 18 anos). Mas, iniciei meus estudos deste importante idioma no ano de 1990 (há 30 anos).

Sou paulista, de Santo André e resido no Recife desde outubro de 2001.

Aqui começa a minha saga profissional.

Na cidade de Piracicaba – SP, eu trabalhava em uma multinacional, chamada Caterpillar; na contabilidade de construção (ativo fixo). O projeto, no qual meu departamento estava engajado, terminou e a maioria foi desligada da empresa. Neste momento, desempregado, eu resolvi fazer um curso em uma área que fosse relacionada à administração. Como eu já dava algumas aulas particulares de inglês, esta poderia, também, ser uma alternativa.

Eu vi, na internet, um curso sobre relações exteriores, que me despertou a atenção. Eu poderia fazer este curso na universidade Federal de Brasília ou na Federal de Pernambuco. E, aqui estou.

Cheguei em Recife no dia 11 de outubro de 2001. O próximo vestibular seria somente no ano seguinte. Então, comecei a procurar alguma coisa para fazer, enquanto aguardava chegar o momento de prestar o vestibular para o curso que eu queria fazer.

Meu primeiro trabalho foi como professor em uma escola de inglês que era um projeto político, chamado Malba Lucena. Os alunos pagavam o valor de 6,00 (seis reais) de mensalidade e os professores recebiam o valor de 3,00 (três reais) por aula.

A característica do projeto era de ajudar as pessoas mais carentes a terem uma oportunidade real de avançar, até mesmo profissionalmente, por terem conhecimento do idioma inglês.
Como o inglês é um curso livre, no Brasil, foi possível trabalhar tranquilamente nesta função. Bastava ensinar o que estava na apostila.

Mas, foi aí que veio a mágica. Eu comecei a gostar tanto do que fazia que decidi me dedicar ao máximo para aprender tudo o que eu pudesse, que viesse a ajudar as pessoas a progredirem, tendo em vista que a maioria das pessoas que estudavam lá eram de classe social bem baixa. Mas, não eram todos. Muitos até tinham uma boa condição financeira e poderiam estar em qualquer escola, que cobrasse mais. Mas, isso não vem ao caso.

Fui me envolvendo e, sem perceber, já não tinha mais a vontade de fazer o curso desejado (e que me havia conduzido até o Recife).

A satisfação maior de um profissional é o resultado que ajuda a produzir na vida das pessoas a quem ele presta qualquer tipo de serviço ou comercializa produtos.

Depois, parti para uma carreira “solo”, a pedido de um aluno, lecionando em aulas particulares, em domicílio. Fiz isso até o ano de 2016, quando voltei para o estado de São Paulo, para um tratamento e consequente cirurgia cardíaca. Agora, tenho uma valva (válvula) no coração, que durará ainda uns 50 anos. Portanto, ainda devo ter algum tempo pela frente.   

Alguns têm suas vidas atacadas por grandes dificuldades, que os impedem de continuar seu trajeto; mas, não foi o meu caso. Não vou dizer que foi fácil, mas, tenho uma esposa maravilhosa, que sempre me apoia e me aconselha, nos mais variados momentos. E, não posso esquecer que as influências que me fizeram continuar firme em meus objetivos foram os resultados que observei nas vidas de muitas pessoas, com as quais tive e tenho o privilégio de dividir as excelentes notícias de suas conquistas.

Estudo, dedicação, foco, organização e amor pelo que faz são os ingredientes da receita desta história de sucesso. Porque o sucesso dos meus alunos é o meu sucesso – em todos os sentidos.
Hoje, colho o que plantei.

Minha metodologia é própria, bem como os materiais que utilizo e a dinâmica para compartilhar inglês com meus alunos. Com isso, tenho tido alunos de várias partes do Brasil (EAD). Um aluno, tradutor de documentos oficiais do governo sul-africano (Kakoma) disse que minha aula é muito científica. Isto deve ser porque, na minha visão, o aluno traduz o idioma e eu (professor) traduzo o aluno; em seu tempo (velocidade) de aprendizado, seu conhecimento de mundo, capacidade de assimilação do que é ensinado, propiciando personalizar o contato para um bom desempenho nos resultados esperados. Afinal de contas, a qualidade do resultado de alguém, depende diretamente da qualidade da preparação desta pessoa.

Já lecionei, nesses 18 anos, em 15.601 aulas.

Tive, aproximadamente, 3.200 alunos (número estimado)

Fiz 496 traduções, entre abstracts (para publicações nacionais) e artigos acadêmicos (publicações internacionais). Nenhuma voltou, sequer para ser revisada.

Durante este tempo, tenho desenvolvido um método para ensinar inglês instrumental (como é chamado no Brasil), que prepara alunos para as provas de mestrado e doutorado. De 556 alunos preparados, 511 foram aprovados na proficiência da língua inglesa, para essas seleções, em várias universidades do país, desde as mais simples até as mais renomadas.

Em meu site: www.espbrasilingles.com.br, você poderá encontrar várias informações mais detalhadas a respeito do meu trabalho. Encontrará, também, a citação de meus alunos atuais e ex-alunos. Poderá ver os depoimentos deles sobre mim e sobre o meu trabalho, bem como uma entrevista minha no programa de TV do Samir Abou Hana.

Tenho uma loja virtual, onde disponibilizo a você os materiais de produção própria e materiais de outros autores, os quais eu indico. Você pode encontrá-la no link http://www.espbrasilingles.com.br/loja.html e adquirir o que te interessar lá mesmo.

O e-book INGLÊS SEM FRONTEIRAS é grátis e que pode ser baixado no link: https://mailchi.mp/4c4315a5e794/inglessemfronteiras

Trata-se do meu modo de pensar, aprender e ensinar inglês. Baixando o e-book, automaticamente, você será inscrito na minha lista de e-mails “VIP” e nos manteremos em contato. Talvez, você não precise do inglês neste momento, mas, será útil estar na lista e receber informações e conteúdos relevantes sobre o meu trabalho e sobre o idioma inglês.

Abraço.

Professor Silvio Rodrigues.